1. Introdução

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O que diferencia um negócio dos demais num mercado tão competitivo? Produto de qualidade, bom atendimento, entrega rápida? Também! Mas existe um outro aspecto que precisa ser considerado antes mesmo de todos estes. Estamos falando da identidade visual, aquele conjunto de elementos gráficos que fará com o que o cliente associe cores e formas a uma marca.

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Bem, falar em formas e marcas é abordar o assunto de maneira simplista, porque uma identidade visual transmite muito mais que isso. Na verdade, ela se utiliza disso para projetar conceitos ou uma filosofia ou a razão de ser de um empreendimento — para o público.

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Conceitualmente, pode-se dizer que uma identidade visual é um conjunto de elementos gráficos que, de forma organizada e estratégica, representa não só uma marca, mas ideias e toda a trajetória que culminou na existência do negócio que ela representa.

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Neste post vamos mostrar a importância da imagem de uma empresa e do quanto a identidade visual contribui para um bom posicionamento no mercado. Acompanhe!

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2. A relação entre a identidade visual e o branding da sua empresa

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A identidade visual é responsável por expressar a essência do negócio. Por essência entende-se valores, estilo e mensagens a serem passadas para o mercado como um todo clientes, fornecedores, sócios ou investidores e parceiros.

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O importante é que a marca seja totalmente associada pelos seus públicos àqueles elementos que a compõem. Isso é a base da relação entre identidade visual e branding, e vale cada minuto ou centavo de esforço para ser elaborada da melhor forma possível. Diferenciar-se em meio a um mercado com tantas opções e tantos concorrentes é o que garantirá vantagem competitiva.

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A marca precisa resumir, visualmente, características do negócio e, quando isso é bem executado, benefícios relevantes a um empreendimento são percebidos.

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2.1 Benefícios de uma identidade visual bem estruturada

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Investir em branding e identidade visual é indispensável para o sucesso de um negócio. Os benefícios são muitos e são motivos suficientes para que toda empresa cuide disso antes de iniciar suas atividades ou durante fases de revisão de planejamento estratégico ou reposicionamento no mercado.

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Veja alguns dos benefícios de uma identidade visual forte:

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    A marca transmite mais profissionalismo e confiança;

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    O empreendedor se motiva e se torna mais otimista em relação ao futuro do negócio;

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    Colaboradores reforçam seu senso de pertencimento à marca;

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    Clientes gravam a marca com mais facilidade e associam os elementos que compõem a identidade visual aos conceitos que ela pretende expressar;

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    Facilita os processos de comunicação com todos os públicos da empresa, direcionando as ações e os planejamentos de marketing;

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    Potenciais parceiros despertam o interesse pela marca, quando se identificam com os valores transmitidos;

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    As vendas aumentam em decorrência de todos os fatores positivos que vêm com os benefícios que já mencionamos.

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3. Como a identidade visual te ajuda a vender mais

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O princípio do estímulo ao consumo via identidade visual é o mesmo da publicidade e propaganda: à medida que consumidores se identificam com a filosofia transmitida por elementos gráficos como logotipo, estampas, fontes, cores, grafismos, ilustrações, mascotes, embalagens e ambientação de pontos de venda ele fica mais propenso a internalizar produtos e serviços da marca no seu cotidiano.

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Um bom exemplo é o mundo da alimentação saudável. Pessoas que buscam mais saúde a partir de comidas naturais sendo vegetarianos ou veganos tendem a se familiarizar com empresas de diversos ramos que carregam a bandeira da sustentabilidade.

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Então, aquela empresa que instala em espaços públicos coletores de pilhas, cujo descarte precisa ser especial para não poluir o meio ambiente, por exemplo, costuma cair no gosto desse público. Isso repercute nas vendas de seus produtos porque o cliente entende que ele está consumindo não só um produto, mas que está recebendo um item de valor agregado.

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Para reforçar esse potencial, a linha visual desenvolvida para representar a empresa deve estar presente em todo canal de comunicação utilizado e também em toda oportunidade de contato com o cliente.

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Assim, ambientes físicos como lojas e quiosques precisam reproduzir o estilo definido para a marca. Isso vale para fachadas, balcões, mesas e cadeiras e até paredes. Também deve ser aplicado em sites, blogs corporativos, cartões de visita e toda a papelaria utilizada interna e externamente.

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O importante é que todos os itens que compõem a imagem da empresa estejam sempre alinhados com a estratégia adotada em sua (re)formulação. Aos poucos, a informação vai se consolidando na mente dos públicos de interesse da empresa e os ganhos, mesmo que muitas vezes intangíveis, são certos.

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4. A identidade visual e o poder das embalagens para as suas vendas

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Quando o assunto é a colocação de produtos no mercado, tudo o que foi dito no tópico anterior ganha ainda mais relevância. Para se ter uma noção, em situações cotidianas, basta se imaginar entrando em uma loja que está com placas de promoção de sabonetes artesanais.

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São três prateleiras em uma gôndola circular, repletos de sabonetes produzidos por diversas cooperativas e cada um possui a identidade visual do grupo responsável pela sua fabricação. Os produtos ainda não são conhecidos no mercado, então a embalagem não gera qualquer sensação de reconhecimento ao consumidor.

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Como não há preferência da parte do cliente, já que não são produtos do seu hábito de consumo, o mais provável é que os olhos se virem, primeiramente, para os mais bem embalados, com material de qualidade e design gráfico agradável. Claro que outros fatores influenciam na decisão de compra, como o tamanho, a fragrância e o preço. Mas o chamariz provavelmente será a imagem ali resumida na embalagem do produto.

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Esse exemplo mostra que é fundamental cuidar do design de embalagens, já que ele influencia na experiência de consumo e estimula a propensão à compra, ou seja, ele contribui para que o negócio consiga vender mais.

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Uma pesquisa publicada na revista Journal of Consumer Psychology, especializada em aspectos comportamentais do consumo, destacou a importância do design de embalagens para a experiência de consumo.

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Desse estudo podem ser tiradas algumas lições para as empresas que estão em fase de elaboração de suas estratégias de padrão visual de suas embalagens:

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    Produtos envoltos em embalagens mais bem elaboradas eram escolhidos, mesmo quando se tratava de marca desconhecida e quando estavam posicionados próximos a outras já consolidadas no mercado;

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    Embalagens mais bem-acabadas atraiam mais rapidamente o consumidor e isso demonstra o poder de encantamento do cliente;

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    O grupo de pessoas que participou do experimento, sem saber o que estaria sendo avaliado, escolheu, em sua maioria, produtos cujo apelo do design era alto, mesmo quando os demais eram de marcas mais conhecidas ou oferecidos a preços mais baixos.

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Tudo isso pode ser explicado porque o ser humano direciona seu comportamento de acordo com estímulos cerebrais, que associam cores, formatos, texturas e matizes a sensações como prazer, alegria, excitação ou dor, medo, tristeza ou ainda relaxamento, paz e tranquilidade. Isso está relacionado também à chamada psicologia das cores, que abordaremos nos próximos tópicos.

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Os resultados dessa pesquisa mostram algo que não pode passar despercebido por um empreendedor: design de embalagem é um diferencial competitivo tão poderoso que é capaz de fazer marcas desconhecidas ganharem destaque mesmo diante de outras já estabelecidas e reconhecidas pelo público em geral.

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5. Qual a sua relação com a melhoria da experiência de consumo do cliente?

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Em meio a um mercado com tanta concorrência e com clientes que têm acesso a tanta informação e, assim, se tornam cada vez mais exigentes , não basta mais entregar um produto ou serviço. Isso os concorrentes também fazem. Então, como garantir que o produto de uma empresa será escolhido em detrimento da concorrência? Um bom caminho pode ser encantar o cliente com a identidade visual.

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Como assim? Deixar o cliente apaixonado pela imagem da empresa? É isso? Mais ou menos! Se retomarmos o conceito já explicado no início deste post, de que a identidade visual transmite valores e conceitos de uma marca, veremos que é possível conquistar clientes por meio da filosofia que os elementos visuais representam.

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Seria o mesmo que dizer que, se aquela marca expressa o valor da preservação do meio ambiente, o cliente que se identifica com isso tende a ser atraído pelos produtos da marca. Isso acontecerá graças à identidade visual adotada porque cabe a ela expressar os valores da empresa no caso, a preocupação com a sustentabilidade do planeta.

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Isso está relacionado a questões mais comportamentais e psicológicas e faz parte do universo da experiência do cliente. É muito comum que esse ponto seja discutido sob o viés do atendimento. É comum que as empresas considerem que uma atenção especial ao cliente produz uma experiência diferenciada.

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Isso é verdade, mas todo o conjunto de elementos gráficos e cores pode colaborar e muito! para uma experiência memorável do cliente. O valor estético é algo bastante valorizado nos dias atuais pelas novas gerações que são, essencialmente, visuais.

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Então, mais do que argumentos e estatísticas, elas se identificam com informações captadas pelo olhar e tiram dali sua forma de se relacionar com a informação que está sendo subliminarmente transmitida.

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Estudiosos do design gráfico são mais ousados e costumam afirmar que a identidade visual é capaz de envolver o consumidor e promover experiências. Então cabe à estratégia voltada para o desenvolvimento de logos e peças gráficas, além de embalagens e ambientação, explorar recursos para que essa experiência seja positiva e produza um contexto emocional favorável no cliente.

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Nessa perspectiva, vale a pena mergulhar em estudos da neurociência, muitos deles disponíveis na internet, para compreender o universo da influência do estímulo visual na propensão de consumo e na aproximação entre clientes e marcas. Certamente serão encontrados insights para a construção de um design que gere uma experiência única no cliente e, com isso, o transforme em um verdadeiro fã da marca.

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6. A psicologia das cores para a criação de uma identidade visual

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Já dissemos que identidade visual é um conjunto de elementos gráficos compostos por formas e cores. Em relação a esse último componente, há várias teorias sobre o poder de influência exercido pela aplicação de cores sobre a receptividade da marca pelo cliente.

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Acredita-se que as cores transmitam significados e mensagens e, por isso, precisam ser estrategicamente escolhidas, já que o objetivo é provocar um efeito positivo quando aplicadas nos elementos gráficos que irão construir a identidade visual de um negócio.

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Nessa visão, as cores promovem reações emocionais e físicas nas pessoas, podendo ter efeitos calmantes ou estimulantes, por exemplo. A chamada psicologia das cores possui diversas abordagens, mas vamos nos ater a algumas definições relacionadas à paleta de cores primárias aquelas que, quando misturadas, dão origem a dezenas de outras cores ou produzem nuances que diferenciam os tons das cores básicas.

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Características da cor Vermelha:

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    É uma cor quente e dinâmica;

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    Tem a capacidade de ativar sentidos, gerar paixão e emotividade;

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    Gera um sentimento de proteção do medo e da ansiedade;

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    Cria um senso de urgência, daí se explica sua utilização em peças que divulgam liquidações;

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    Pode atrair compradores impulsivos;

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    Em excesso, pode causar irritabilidade, nervosismo e ansiedade.

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No cérebro humano, a cor vermelha ativa uma estrutura fisiológica ligada ao prazer. Então seu uso é indicado quando a intenção é despertar emoções, dinamismo e sentimentos voltados para a sexualidade.

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As cores derivadas do vermelho são coral, carmim, cereja, terracota, castanho, bordô.

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Características da cor Azul:

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    Ligada à produtividade e ao sucesso;

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    Gera boa identificação com adultos;

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    Traz noção de seriedade e sobriedade;

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    É associada à sensação de segurança e confiança;

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    Associada também à serenidade e à paz;

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    Não é uma cor invasiva, por isso não há empecilho ao uso por excesso. Porém, não é tão adequada em ambientes que se deseja propiciar geração de ideias, criatividade e momentos de descontração.

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Em tom escuro, o azul está relacionado ao poder. Já em tons mais claros, traz uma sensação de frescor e higiene.

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Cores da família do azul: turquesa, azul-bebê, ciano, azul da prússia, safira, azul-celeste.

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Características da cor Amarela:

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    De todas as cores quentes, o amarelo é a mais brilhante e energizante;

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    É associada à felicidade;

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    Produz uma sensação de acolhimento;

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    Estimula a comunicação e o diálogo;

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    Traz otimismo e esperança;

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    Muito útil para prender a atenção do cliente em vitrines e prateleiras;

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    Chama o cliente para alguma ação, como entrar na loja ou clicar em um botão de comando em um site;

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    Também associada a alertas, cuidado e cautela;

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    Se utilizada em um tom mais intenso, pode causar certa irritabilidade e nervosismo.

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O amarelo está ligado em nosso cérebro ao sistema de recompensa. Se bem combinado com outras cores (como azul, por exemplo) pode expressar a noção de credibilidade.

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Variantes consideradas da família do amarelo: âmbar, mostarda, creme, citrino, ouro.

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Embora existam essas noções acerca da função das cores, o mais importante é que toda a estratégia de marketing considere a trajetória de vida do cliente, enquanto indivíduo e enquanto consumidor.

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As experiências passadas constroem uma bagagem que são a história de cada pessoa. E esse histórico faz toda diferença na interpretação de uma mensagem e de símbolos. O mesmo ocorrerá, então, com a receptividade e o entendimento dos valores de uma marca transmitidos por sua identidade visual.

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No branding, as vivências pessoais e culturais não podem ser desconsideradas, por isso não é possível criar uma cartilha definitiva sobre a melhor forma de se utilizar cores em uma marca.

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De toda forma, vale a pena considerar conhecimentos já consolidados no mundo do design, tendências e questões defendidas pela neurociência, já que o comportamento humano é peça-chave no atingimento dos objetivos de uma estratégia de comunicação ou de marketing.

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Dessa forma, de nada adianta investir pesado em teorias ou até em superstições relacionadas às cores. O que vai fazer diferença, no fim das contas, será o contexto de aplicação de todos os elementos visuais e, especialmente, o entendimento do perfil do cliente, suas dores, necessidades e anseios.

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7. 4 dicas essenciais sobre como criar uma identidade visual de sucesso

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Criar identidade visual é uma tarefa altamente estratégica, da qual depende boa parte do sucesso de um negócio. Então, empresas que queiram criar experiências positivas e, com isso, alcançar clientes e fidelizá-los, deverão direcionar esforços para que todo o potencial de uma marca possa ser aproveitado.

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Alguns passos precisam ser observados durante a estratégia de definição de elementos visuais que representarão o negócio. Vamos citar alguns deles agora!

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1. Conheça bem o negócio

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O primeiro passo para a construção de uma identidade visual que possa contribuir com os objetivos do empreendimento e trazer diferenciação no mercado é entender o valor do negócio. Por valor do negócio, entende-se aquilo que faz diferença para o cliente, seja por resolver um problema enfrentado por ele ou por gerar sensação de conquista, satisfação e prazer.

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Quando se tem a real noção do que a atuação de uma empresa agrega aos públicos de interesse, fica mais fácil direcionar as estratégias de comunicação porque, na verdade, é isso que elas irão promover. E essa lógica deve ser replicada para a identidade visual, que será a base para qualquer ação de marketing.

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2. Conheça seu público

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Uma empresa que não domina o conhecimento de seus públicos e de seu mercado de atuação certamente enfrentará grandes dificuldades para se posicionar. Para isso, vale uma análise de cenários diversos, como o econômico, o social e o cultural em que o negócio está inserido.

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Quanto mais um cliente se identifica com valores transmitidos por uma empresa, mais ele tende a ser seu consumidor. E seus valores são altamente influenciados pela realidade sociocultural, e não só por seu poder de compra. Por isso é importante ter um diagnóstico da realidade desse público e de tendências que irão influenciar sua propensão ao consumo.

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Tudo isso deverá ser explorado e adaptado na identidade visual que será elaborada, de forma que a sensação de pertencimento seja reforçada mediante os valores transmitidos pela identidade visual.

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3. Pesquise tendências

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Hoje o mercado consumidor tem acesso facilitado à informação e está cada vez mais familiarizado com noções de design muito em função da presença de canais virtuais em seu cotidiano.

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Então não adianta investir em discurso de inovação e quebra de paradigmas se a identidade visual trouxer valores defasados, ultrapassados e desalinhados com a cultura atual, totalmente voltada para questões da era digital, como a agilidade, a onipresença e a disrupção de conceitos.

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Assim, é importante fazer uma pesquisa de boas práticas, benchmarking junto a empresas do mesmo segmento ou de outros (mas que têm públicos próximos do negócio) e uma análise de pesquisas disponíveis em sites especializados em design gráfico.

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4. Conte com a ajuda de especialistas

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Ao empreendedor já cabem tantas atribuições voltadas para a estruturação e gestão do negócio que fica difícil pensar que ele também poderia ficar responsável pela definição de estratégias que exigem um conhecimento e expertise tão específicos.

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Claro que sua personalidade acabará influenciando o design a ser desenvolvido e, logicamente, partirão dele informações altamente relevantes sobre o negócio, como sua missão e o valor que ela deseja transferir para o cliente.

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Porém, é fundamental ser assertivo na elaboração da identidade visual e nas estratégias para sua aplicação como forma de promover o negócio. Daí vem a importância de se contar com empresas e profissionais com experiência e competência para desempenhar um papel tão relevante.

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Existem no mercado empresas consolidadas, capazes de traduzir a filosofia do negócio em informação visual e criar condições favoráveis para que os públicos de interesse se conectem com a marca e vivenciem uma boa experiência quando em contato com o negócio.

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Tudo o que foi abordado nessas 4 dicas vale também para a confecção de embalagens, que deverá reproduzir a linha visual definida na identidade. É bom lembrar que embalagens não só envolvem e protegem a mercadoria, como também atraem clientes e espalham por onde passam, já nas mãos do consumidor, os conceitos e valores que a empresa deseja transmitir ao mercado.

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8. Conclusão

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Este post foi dedicado a mostrar a capacidade que uma identidade visual forte tem de aproximar um negócio de seus públicos. Em meio a tanta informação visual que bombardeia a mente das pessoas, especialmente no atual contexto de consolidação da cultura digital, destacar uma marca não é tarefa fácil. Por isso investir em identidade visual e valorização do branding é tão importante.

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Esse assunto precisa ser encarado por empreendedores como altamente estratégico e, independente do ramo de atuação ou porte da empresa, deve ser tratado com o mesmo nível de dedicação de outros temas empresariais.

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Promover uma experiência de consumo positiva é um dos desafios do mercado atual e essa meta pode ser alcançada por meio de um branding bem posicionado e de uma identidade visual marcante.

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Tem alguma dica para auxiliar empreendedores que estejam construindo sua identidade visual? Deixe seu comentário neste post! Sua experiência pode fazer toda diferença para a marca de um negócio que está nascendo!