Estamos em um momento de ideias criativas. As startups e os novos modelos de negócios estão por toda parte e, o melhor: trazendo resultados positivos. Na hora de escolher um investimento, um empreendedor tem que analisar as opções que mais lhe parecem interessantes.

Para alguns, montar foodtruck é uma ideia bem atrativa! E não é à toa. A comida de rua vem ganhando espaço: há até programas de culinária especializados nisso e livros publicados sobre o que é chamado de baixa gastronomia.

Os foodtrucks nasceram da sacada de um fazendeiro: Charles Goodnight. Ele ficou conhecido como o “pai do Texas Panhandle”, depois que saiu por aí com uma cozinha portátil instalada em um vagão de mandril (isso é, basicamente, uma carroça), adaptada com prateleiras, um balcão improvisado e uma lona para levar a lenha consigo.

Depois dele, surgiu o truck estável, montado em um vagão coberto com as janelas cortadas. Daí, foram alguns anos para surgir o (mais famoso) carrinho de cachorro-quente. E ele não se parece em nada com aqueles dos quadrinhos.

Em seguida vieram os caminhões de sorvete, caminhões de batatas chips e, como a fundação disso foi nos Estados Unidos, os imigrantes mexicanos contribuíram para inserir tacos nas opções.

Ainda, em meio à crise norte-americana, os chefs que estavam buscando opções mais viáveis de investimento do que manter um restaurante, levaram o melhor da gastronomia para os caminhões.

E, de lá para cá, você deve imaginar que aqueles antigos trailers — meio manchados, meio gordurosos — deram lugar aos modernos foodtrucks, com opções gourmets de comida de rua para atender profissionais apressados ou qualquer pessoa, independentemente de gosto ou classe social, que queira provar uma boa comida de rua.

Bem, como você pode perceber, eles não são um modismo: estão mesmo profundamente atrelados com a evolução da gastronomia do dia a dia e só tendem a crescer e se fortalecer. Quer motivo melhor para investir em um foodtruck? Ok! Então, confira o que preparamos neste post!

Por que montar um foodtruck?

Se tem algo que não se pode discutir é com a tecnologia. Isso mesmo: a modernidade. Quando ela chega, trazendo novos modelos de negócios, ideias inovadoras e modificando completamente os cenários tradicionais, temos um conselho sábio: não bata de frente. O melhor que você pode fazer é aproveitar a onda e aderir ao novo.

E veja: o foodtruck é um modelo de negócios que não exige investimentos tão altos, se você comparar com outras opções. Ele, hoje, é objeto de desejo tanto de investidores como de consumidores. Os foodtrucks são uma forma de ter contato direto com o público sem a necessidade de manter um ponto comercial e pagar todos os encargos de um restaurante.

Há aplicativos especializados em comida de rua, blogs que se dedicam a acompanhar foodtrucks e até programas de TV de olho nos caminhões moderninhos.

Um ponto positivo desse modelo de negócio é a mobilidade: você vai até onde o cliente está. Se a escolha do ponto — que deve ser feita com cuidado, conforme falaremos a seguir — acabar não mostrando tantos resultados, há a alternativa de buscar opções de lugares mais movimentados ou menos concorridos. Você também pode usar essa flexibilidade para se fixar temporariamente próximo a locais de eventos com maior fluxo de pessoas.

Então, junte tudo isso e você verá que montar foodtruck é um investimento viável e bem atrativo, porque se alinha muito à inovação que estamos vivenciando, é flexível e bem mais econômico que os formatos tradicionais de restaurantes.

Mas isso não significa que seja fácil e tenha retorno garantido: você precisa se atentar aos mesmos pontos que qualquer empreendedor, escolhendo uma marca incrível, definindo o ponto ideal de atuação e investindo em qualidade para fortalecer sua imagem. Saiba mais a seguir!

Como montar uma marca inspiradora?

A sua marca não deve ser apenas um logotipo sem significado além do superficial: é preciso que ela reflita tudo aquilo que seu foodtruck é, transmitindo a mensagem exata que sua empresa quer passar. Ela tem que dizer algo que seja marcante e encante as pessoas que cruzarem seu caminho. Lembra do ditado que diz que “se come primeiro com os olhos”?

O que acontece é que muitos empreendedores não sabem bem que imagem querem passar. O resultado é que suas marcas não transmitem nada e, por consequência, não emocionam ninguém.

É preciso engajar seu público, dando a ele o que ele deseja e necessita. E, na verdade, não é fácil conseguir isso sozinho, especialmente quando você não é um especialista. O melhor a fazer, então, é:

  • conhecer a si mesmo;
  • conhecer seu público-alvo;
  • buscar referências;
  • preparar um briefing.

Para guiá-lo nesse processo, siga o roteiro abaixo:

1. Conheça a si mesmo

Como fazer isso? Primeiro, comece pelo alicerce de todo e qualquer empreendimento: suas diretrizes institucionais. Elas são:

Sua missão

Qual a razão de ser de seu foodtruck? Isso vai além dos produtos e serviços que você oferece, mas diz respeito àquilo que motiva sua empresa. O presidente da Nike, Philip Knight, quando perguntado sobre a missão da empresa, disse que “o negócio da Nike é vender atitude”. Outro exemplo é a Kopenhagen: a tradicional marca brasileira de chocolates estabeleceu para si a missão de vender presentes; e não, chocolates.

Assim, busque aquilo que o inspira — e isso vai além do que você vende.

Sua visão

A visão de sua empresa é aquele lugar onde ela mira chegar. Sua visão de futuro, por assim dizer. Ela reúne seus objetivos, seus alvos. É ela quem guia suas ações, servindo como bússola para todas as suas escolhas estratégicas.

Seus valores

Seus valores são aquilo que guia sua forma de agir, a ética de seu trabalho, definindo o que é importante para sua marca.

2. Conheça seu público-alvo

Essa é uma etapa fundamental, pois ela é a raiz de uma boa escolha de marca, já que seu público-alvo precisa se identificar com sua empresa. Isso depende, inclusive, de escolhas próprias da linha de atuação de seu foodtruck, como:

  • a culinária que será o carro-chefe de sua marca;
  • o ponto onde seu foodtruck se estabelecerá, por padrão;
  • o padrão de atendimento que você quer dar a seus clientes (mais moderno, mais tradicional, etc.).

Todas essas premissas precisam estar em consonância. Não adianta se planejar para ocupar um ponto próximo a baladas, parques, shoppings e querer assumir uma postura tradicional.

O fato é que essas características se reúnem para atender um público específico, que é aquele que você deseja atrair para seu foodtruck diariamente. E a sua marca faz um elo com essas questões, se transformando naquilo que transmite a mensagem certa para o público que você deseja atender.

3. Busque referências

Se você vai contratar um profissional para criar sua marca, procure por modelos já existentes que te agradam. Ele não vai plagiar nenhuma (nem poderia), mas isso pode ajudá-lo a entender o que, realmente, você deseja.

O ideal é ter opções e não mostrar apenas uma referência. Por outro lado, não é preciso exagerar: cerca de três ou quatro marcas já são suficientes para servir de exemplo.

4. Prepare um briefing

Um briefing é um conjunto de informações que vão nortear o trabalho do profissional. Ele contém as premissas que você deseja que sejam atendidas. Portanto, reúna tudo que você já estabeleceu a respeito da marca que deseja obter — as diretrizes que caracterizam sua empresa, seu ponto, seu público-alvo, as referências e tudo mais que julgar relevante.

Não o deixe extenso demais: um briefing tem que ser estratégico e, portanto, objetivo. Se for cheio de detalhes e exigências excessivamente minuciosas, ele pode atrapalhar e até inviabilizar o trabalho de criação.

Se for o caso, receba as primeiras provas e, a partir daí, vá corrigindo aquilo que achar necessário.

A escolha do ponto

Já falamos nisso algumas vezes ao longo deste texto. Então, você já pode deduzir a importância desse quesito para o sucesso de seu foodtruck.

De fato, vários dos resultados que você deseja obter estão relacionados a ele, como:

  • o quanto você vai conseguir vender;
  • a quantidade de pessoas que vai atender;
  • a reputação que você vai construir.

Sendo direto, não basta escolher um lugar bem movimentado: você precisa ter certeza de que o público que o frequenta tem interesse pelo que você oferece, especialmente se adotar um tipo de produto mais específico.

Para entender melhor, vamos a um exemplo prático: suponha que você seja adepto e deseje montar um foodtruck de comida vegana. Isso, a vertente vegetariana que não utiliza nada de origem animal em nenhum produto.

Você acha que um parque de diversões — desses comuns, de temporada — seria uma boa escolha? A resposta mais provável é que não. Claro que há crianças e adolescentes adeptos do veganismo. Mas eles não seriam a maioria do seu público ali, naquele local. Adolescentes, em sua maioria, preferem junk food e refrigerantes. Há várias pesquisas sobre o tema que comprovam esses dados.

A ideia central fica clara: produtos específicos atendem a nichos específicos de pessoas. E é preciso saber onde elas estão. Por isso, tenha consciência do peso dessa questão em sua estratégia de localização.

Aproximação de seu público-alvo

As pessoas que frequentam o lugar escolhido vão incorporar sua marca e sua presença como parte da rotina delas e vão passar a se identificar com o que você oferece. Assim, o ponto também impacta a imagem de seu foodtruck e da sua marca.

Se você, por exemplo, apoia causas sociais e tem interesse em ter sua imagem vinculada a esses grupos, busque estar próximo deles. Sempre que uma pessoa desses nichos encontrar seu foodtruck por aí, vai vê-lo com bons olhos. Isso porque sua marca incorpora um pouco dos ideais de seu público.

Então, fique atento a grupos, causas ou eventos que estejam em sintonia com o produto que você oferece e que se alinhem às características que você quer incorporar à sua marca.

Legislação vigente

Um ponto de extrema importância é observar a legislação. Ninguém pode, especialmente se tratando de empresas, se alocar em um ponto sem permissão prévia, que vai ser definida pelo governo local.

Enquanto algumas cidades exigem distanciamento prévio de comércios, outras proíbem aproximação de instituições de ensino e farmácias. Portanto, é importante buscar o máximo de segurança nesse aspecto, e agir de acordo com a legislação do lugar.

De modo geral, procure informações nos seguintes órgãos:

Prefeitura

A legislação municipal é definida por esse órgão e é ele que você deve buscar para saber se há regulamentação específica para foodtrucks em sua cidade. Ela pode conter exigências quanto a:

  • uso de equipamentos;
  • necessidade de termo de permissão de uso do lugar;
  • obrigações dos permissionários;
  • possíveis legislações sanitárias.

Anvisa

Segundo o Decreto-Lei n° 986 de 1969, todo estabelecimento que se destinar à fabricação, preparo, benefício, acondicionamento, transporte, venda ou depósito de alimentos deve ter licença prévia concedida pela autoridade sanitária competente, seja ela municipal, estadual ou federal. Esse licenciamento se dá pela expedição do alvará sanitário.

A forma de conseguir atender a essa exigência é buscando o órgão de vigilância sanitária do município para saber quais documentos são necessários e qual a legislação sanitária específica para o tipo de alimento que será comercializado em seu foodtruck.

Além disso, há o RDC 49/2013, que também deve ser observado.

Bombeiros

Nos eventos, é normal que a brigada de incêndio regulamente a segurança local e defina o PPCI (Plano de Prevenção Contra Incêndios). Como o foodtruck utiliza gás, produtos químicos e energia elétrica, ele também se submete a essas regras. A razão disso é garantir a segurança tanto dos funcionários do truck como dos clientes.

Detran

Os foodtrucks também estão sujeitos às regras do Denatran, que dizem respeito a seu funcionamento e à realização de manutenção preventiva programada para evitar problemas no veículo.

Além de se adequar às exigências dos órgãos acimas, lembre-se sempre da legalidade do exercício da atividade: é preciso, antes de tudo, regulamentar-se como empresa. As opções mais comuns são registrar-se como MEI ou microempresário, o que vai depender dos aspectos práticos do seu foodtruck como faturamento, número de empregados e adequação legal.

Opções para estacionar um foodtruck

Depois de observados todos os aspectos que já falamos, você tem que pensar no melhor local para estacionar seu truck. Veja algumas opções:

Ruas próximas ao seu público

Essa é a escolha mais imediata, certo? Só que nem sempre há lugares disponíveis para comportar um foodtruck. Avalie seu público-alvo — se são famílias em parques abertos, trabalhadores em obras, funcionários de empresas em uma área comercial —, observe as ruas próximas de maior trânsito e que ofereçam mais facilidade de acesso a ele.

Parques de foodtrucks

Os foodtrucks parkings são locais onde vários trucks se reúnem. Parece má ideia ficar próximo da concorrência? É melhor pensar com mais calma. Esses espaços também oferecem benefícios, pois os empresários ali reunidos juntam forças e chamam a atenção, criando um espaço de referência para quem gosta desse tipo de empreendimento.

Ou seja: o público que frequenta o lugar já está predisposto a consumir. Quanto mais opções tiverem, mais referências positivas o parque terá; o que, consequentemente, vai trazer mais pessoas.

Famílias que se reúnem para comer juntas ou colegas em um happy hour podem consumir produtos de diversos foodtrucks — isso vai da escolha de cada membro do grupo.

Além disso, há eventos de trucks que reúnem modalidades que não competem entre si para chamar mais pessoas e melhorar os resultados de cada foodtruck.

Uma alternativa é participar de feiras gastronômicas voltadas aos trucks, em sua modalidade de atuação. Assim, os visitantes desse tipo de evento também vão visitá-lo exatamente por gostar do tipo de comida, o que favorece as vendas.

Áreas distritais ou comerciais

Locais próximos a grandes empresas, distritos industriais ou áreas comerciais são uma excelente opção para quem quer estabelecer um ponto para seu foodtruck. As pausas de lanche e de almoço podem garantir um ótimo faturamento diário e dar estabilidade ao seu negócio.

Muitas vezes, as empresas veem esse tipo de oferta como um ponto positivo para seu ambiente, visto que isso oferece um diferencial para seus funcionários, que saem da rotina de comer em restaurantes ou pedir marmitas e se reúnem em um tipo de estabelecimento moderno e agradável.

Se for possível, experimente pedir permissão dos gestores ou donos de empresas para estacionar próximo às áreas delas. Invista também em propaganda: não espere que todos descubram que você existe. Panfletos com ofertas, combos e fotos convidativas chamam a atenção e o público.

Eventos com data marcada

Shows, festivais, clássicos de futebol, por exemplo, são eventos esporádicos que oferecem excelentes oportunidades aos foodtrucks. Pergunte a vendedores de comida que vão habitualmente a esses lugares e verá que todos eles têm boas demandas de alimentação.

Baladas noturnas

As pessoas vão a bares e boates para se divertir, eventualmente tomar algumas bebidas, dançar e paquerar. A maioria está com muita fome depois do agito e da diversão. Quanto mais saborosa for sua comida, maiores as chances de fazer bons resultados!

Enfim, há uma variedade de lugares que trazem boas possibilidades para seu negócio! É importante ficar atento à programação da cidade e estar munido de todas as informações a respeito do que você precisa para trabalhar em cada lugar. Portanto, ao decidir onde vai atuar, verifique se:

  • precisa de autorização especial do proprietário;
  • necessita de autorização legal para estacionar;
  • há exigência de algum pagamento;
  • existe concorrência com outros foodtrucks em sua mesma área de atuação;
  • há espaço suficiente para estacionamento e trânsito das pessoas.

3 dicas para ter diferencial competitivo

Mesmo sendo um negócio inovador, o foodtruck tem, sim, uma boa dose de concorrência. Não somente com outros trucks, mas com restaurantes, lanchonetes, ambulantes, etc. Ou seja: no ramo da alimentação, há sempre muita concorrência. Portanto, não esqueça de que é básico oferecer um diferencial competitivo para seus clientes.

Confira algumas dicas sobre como conseguir isso:

1. Ofereça combos e promoções

Muitos restaurantes oferecem pratos do dia: aquelas opções que são mais baratas em determinados dias da semana. A vantagem disso é que, como a demanda por esse pedido vai ser mais alta, você já pode se preparar antecipadamente, deixando ingredientes prontos e antecipando parte da execução, para finalizar o preparo na hora da entrega — nunca abra mão de oferecer tudo fresquinho.

Combos com vários itens a preço diferenciado também são muito bem-vindos! A maioria das pessoas realmente pede mais de um item e a oferta conjunta aumenta o volume de vendas.

2. Traga novidades

As pessoas tendem a se cansar de comer sempre a mesma comida. Depois de um tempo comendo em seu foodtruck, mesmo que você tenha ótimos pratos, alguns clientes vão diminuir seu interesse e procurar alternativas.

Portanto, recicle seu cardápio periodicamente, trocando os itens que saem menos por outros, que tragam algo de diferente e prendam o interesse de seus clientes.

Se for possível, deixe uma caixinha de sugestões fácil e receba o feedback de seu público. Isso vai ajudá-lo a direcionar as mudanças sem correr o risco de não serem bem aceitas.

3. Dê conforto e o melhor atendimento

Nada pior que comer em pé ou segurando bebidas e comidas nas mãos. Se você não está em um local fixo, procure ficar perto de áreas onde as pessoas possam se acomodar de alguma forma. Ter uma quantidade mínima de mesas e cadeiras também é uma opção, desde que você tenha espaço para guardá-las.

Unido a isso, ofereça o básico de qualquer empresa: o melhor atendimento possível. Pessoas bem atendidas tendem a aceitar melhor demoras e pequenas falhas que podem acontecer, desde que não sejam rotineiras. Gentileza, atenção e respeito nunca são demais.

A importância da escolha das embalagens

Lembra como abrimos este post falando da importância da sua marca? “As pessoas comem primeiro com os olhos”, correto? Portanto, nada de economizar quando o assunto são as embalagens.

Embalagens x qualidade do alimento

Inovação, diferenciação e qualidade compõem um trio infalível para chamar atenção, principalmente porque você está lidando com um setor que envolve a saúde. Assim, produtos mal acondicionados e embalados sem cuidado remetem a descuido — e ninguém come em lugares de qualidade duvidosa.

Embalagem x força da marca

Sua embalagem deve obedecer a identidade visual que ficou definida quando você criou sua marca: as mesmas cores e o mesmo estilo. Traços modernos em seu logotipo não combinam com embalagens antiquadas.

A qualidade do que você oferece também se agrega à sua marca e diz muito para seus clientes. Quanto mais diferente e bem-acabado for o material, maior a impressão de qualidade e cuidado que seu foodtruck terá.

Embalagem x porções

Ela também deve permitir o perfeito acondicionamento dos produtos. Assim, os clientes podem comer sem se sujar ou sem que sua comida caia por causa do tamanho inadequado das embalagens. Além disso, tamanhos exagerados podem fazer com que as porções pareçam menores. O ideal é definir a embalagem no tamanho adequado para o seu produto, na quantidade em que é oferecido.

Isso contribui para fortalecer sua marca no mercado, mas, mais que isso, atende a um ponto fundamental para o sucesso de qualquer negócio: a experiência do cliente.

De nada adianta atender toda a legislação vigente, escolher o ponto mais promissor, ter uma marca sensacional e utilizar os melhores insumos, se você não fizer com que tudo isso seja expresso e entregue aos clientes em embalagens incríveis. Portanto, não menospreze esse fator importantíssimo para o sucesso de seu foodtruck.

Agora, de posse deste manual completo, você está pronto para entrar nesse mercado promissor. A opção por montar foodtruck pode ser um desafio. Entretanto, fazendo as escolhas certas, você certamente vai estar caminhando para o sucesso. Na dúvida, conte sempre com a nossa ajuda. Quer saber mais? Deixe um comentário no post e participe!