Somos bombardeados por informações e, por isso mesmo, clientes e parceiros buscam respostas ágeis e complexas, mas de fácil compreensão para o consumo. Uma comunicação visual eficiente é fundamental para fornecer esse tipo de conteúdo, de maneira palatável.

Suplementar informações de textos com imagens e gráficos de alto apelo visual pode não ser a tarefa mais fácil do mundo. Todavia, vai ajudar seu negócio a chamar atenção e atrair novos consumidores.

Entenda a importância da comunicação visual

Você tem o costume de fazer pesquisas na internet, certo? Na maioria das vezes, somos captados não por textos extensos e sim por um forte apelo visual.

Entre ler um whitepaper de vinte laudas ou conferir um infográfico com vinte pontos, damos prioridade ao segundo tipo de conteúdo. Somos atraídos por informações bem estruturadas e de fácil absorção. O cérebro humano reconhece, armazena e se lembra de imagens com mais facilidade do que palavras.

Segundo a pesquisa no National Center for Biotechnology Information, nosso cérebro leva cerca de 250 milissegundos para decidir o valor de um conteúdo, processando pequenas dicas visuais em seu layout.

Agora que consumimos boa parte dele pela internet, um bom visual permite que seu conteúdo seja sub-entendido em instantes. Escaneando as informações com o olhar, fazemos uma decisão sobre continuar a leitura ou não, por isso comunicação visual é tão importante.

Aproveite então para ver as dicas que preparamos com objetivo de melhorar a forma como sua empresa transmite ideias e conceitos!

Passo 1: Crie histórias a partir de um conjunto de informações

Quer apresentar um produto, serviço ou plataforma para seus consumidores? Encontre uma história em seu conjunto de informações. A melhor maneira de chamar atenção para um conteúdo visual é utilizando o recurso do storytelling. Você pode fazer isso buscando relações entre os elementos que precisam ser explorados.

Pegue qualquer grupo de dados que possa ser facilmente acessado. Para transmiti-lo a um cliente, a maior estratégia é encontrar ordem no caos. Comparações, hierarquias, cronologias, processos e geografia são uma maneira de organizar estes dados para que fiquem mais legíveis.

Assim, você terá facilidade ao evidenciar tendências e explicitar insights.

Mas, não se esqueça do seguinte: para contar histórias é preciso oferecer contexto. Conteúdo visual eficiente não pode estar solto por aí. Coloque as informações em termos práticos e facilmente inteligíveis. Use cores, seja sucinto e sempre que puder, mostre em vez de simplesmente contar.

Passo 2: Selecione o tipo de visualização adequado para cada uma delas

Visualização de conteúdo é tão eficiente quanto os parâmetros escolhidos para exibi-lo. Que tipo de informação você tem? Ela é parte de um todo? Gráficos em forma de pizza vão deixar isso claro para seu interlocutor.

Precisa estabelecer uma comparação nominal? Barras podem funcionar melhor. Defina o que é prioritário e siga uma lógica. Organize a comparação alfabeticamente, por ordem de grandeza ou numa sequência cronológica.

Contar uma boa história é questão de organizar seus dados de forma eficiente. Invista num design consistente, claro e engajador. Quando um pescador escolhe uma isca, o faz pelas características visuais. Algumas são mais ou menos atraentes para cada tipo de peixe. Seu conteúdo também deve fisgar o consumidor a primeira vista.

Passo 3: Estabeleça unidade gráfica entre o que está sendo comunicado e sua marca

Cada companhia tem um jeito de se posicionar, seja ele um tom de voz ou suas cores institucionais. Utilize gráficos, iconografia, tons e tipografia que já fazem parte de sua paleta visual. Eles ajudam a reforçar o que conhecemos como unidade gráfica.

Unidade gráfica é a coesão entre múltiplos elementos visuais, capaz de identificá-los como parte de um todo. É por meio da unidade gráfica que designers e outros profissionais de comunicação visual reforçam o caráter identitário de sua marca e da informação que será transmitida por ela.

Utilize as cores de sua identidade visual e imagens de alto impacto e qualidade que estejam em sintonia com a mensagem que você deseja transmitir. Assim, todo o bom conteúdo produzido se torna uma extensão natural da sua marca.

Passo 4: Saiba para quem seus gráficos são feitos

Conteúdos visuais obedecem regras universais quando falamos em cores, tamanhos e formatos. Mas, nem todas elas estão escritas em um mesmo livro ou podem ser abordadas aqui. Estamos falando da correspondência de sua mensagem com o grupo para a qual ela se destina.

Assim como no marketing trabalhamos com personas, na comunicação visual trabalhamos com público-alvo. Ele é tão importante de se identificar quanto a mensagem em si, já que orienta o teor dela.

Você pode entender isso com simplicidade da seguinte forma: falar com um leigo no assunto é diferente de discutir o mesmo tema com um especialista, não é mesmo? Portanto, precisamos identificar o público-alvo de cada comunicação de maneira eficiente para que ela dê os resultados esperados.

Passo 5: Siga essas orientações simples e faça sempre a melhor escolha

Não é todo tipo de conteúdo que sua empresa produz que justifica a contratação de um designer. Às vezes, precisamos montar uma apresentação rápida ou simplesmente não detemos os recursos para solicitar ajuda de um profissional. Entretanto, isso não é motivo para descuidar da sua comunicação visual.

Mesmo sem contar com ajuda, você pode fazer boas escolhas ao se comunicar. As regras abaixo serão fundamentais nesses momentos.

  1. Não utilize mais de cinco cores em um mesmo layout. Elas devem servir para acentuar informações relevantes, não como seu único recurso para gerar impacto.

  2. Use fontes com alta legibilidade e não se esqueça de criar um contraste entre o tipo escolhido e o fundo em que está aplicado. Se tiver dúvidas, consulte seu manual de identidade visual e aplique as recomendações dispostas nele.

  3. Crie layouts que guiem seus leitores seguindo uma hierarquia lógica. Lembre-se sempre de alinhar os elementos de maneira consistente.

  4. Evidencie as principais informações em boxes e fundos de alto contraste. Assim, o leitor saberá que aquele trecho de conteúdo é extremamente relevante.

  5. Mantenha um espaço negativo entre boxes de texto, gráficos e imagens. Chamados de “respiro” na linguagem editorial, essas áreas em branco servem para que a  comunicação não fique confusa e cheia de ruídos.

  6. Todas as ilustrações, imagens e ícones utilizados devem seguir o tom e assunto abordados. Dê preferência para incluí-los apenas se ajudarem a melhorar a compreensão.

  7. Não encha seu leitor de dados inúteis. Às vezes, poucos gráficos são o suficiente para passar uma mensagem clara e concisa.

  8. Sempre confira a proporção das imagens, ícones, ilustrações, gráficos e textos. Cada uma dessas informações visuais significa algo para o interlocutor, portanto, não seja leviano.

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